quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

A flor e a náusea - Rosa do Povo.


A flor e a náusea

Carlos Drummond de Andrade





Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Intertextualidade - Camões

Sete anos de pastor Jacó servia

 Camões

Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fôra assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,

Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: -Mais servira, se não fôra
Para tão longo amor tão curta a vida!


Comentário da Professora A. Fátima Fuini

O soneto "Sete anos de pastor Jacó servia", do incrível Camões, poeta português do século XVI, é inspirado no capítulo 29 de Gênesis. O tema desenvolvido é o amor de Jacó por Raquel.
Jacó serviu a Labão, pai de Raquel, durante sete anos com intenção de casar-se com ela, o grande amor da sua vida. Durante sete anos, Jacó contentava-se em estar perto dela, na esperança do cumprimento da promessa  feita pelo futuro sogro.

Porém, no final dos sete anos, Jacó foi enganado por Labão que, na noite de núpcias, trocou Raquel por sua irmã Lia. Quando Jacó “percebeu”, já estava casado com outra. 
Labão se justifica, dizendo que a filha mais velha deveria casar-se primeiro e  propôs-lhe que o genro o servisse por mais sete anos pela mão de Raquel.

Jacó não desiste do amor verdadeiro que o impulsiona a servir o sogro por mais sete anos para ter sua amada. “Mais serviria, se não fora / Para tão longo amor tão curta a vida!”.
Assim, o Amor, personificado neste belíssimo soneto, ultrapassa o tempo, tornando-se eterno.
Biblicamente, essa passagem de Gn. 29 é uma metáfora do amor incondicional de Deus pela humanidade

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Ambiguidade no vestibular


Ambiguidade no vestibular
Fuvest 2019

Questão 1



Examine o cartum.
ITURRUSGARAI, Adão. A vida como ela yeah.  Folha de S. Paulo, ago.2018.

O efeito de humor que se obtém no cartum decorre, principalmente,
a) da expressão facial da personagem.
b) do uso de uma ferramenta fora de contexto.
c) da situação rotineira exposta pela imagem.
d) da ambiguidade presente na expressão “quebre a cara”.
e) do emprego de linguagem popular.

Questão 2


GABARITO




quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Plural dos adjetivos compostos


Plural dos adjetivos compostos

Regra geral:
Apenas o segundo elemento se flexiona para concordar com o substantivo que se refere.
Exemplo:
Movimentos luso-brasileiros
Centros médico- cirúrgicos
Olhos verde-claros

Exceções:
Ternos azul-marinho e blusas azul-celeste

Meminos suros-mudos( os dois elementos no plural)

Observação:
Quando o segundo elemento fica invariável quando é nome de cor ou substantivo.
Exemplo:
Uniformes verde-oliva
Carros amarelo-ouro
Cortinas azul-piscina
Referência:
Celso cunha, Gramática do português contemporâneo



O POVO - Luís Fernando Veríssimo


           

      Não posso deixar de concordar com tudo o que dizem do povo. É uma posição impopular, eu sei, mas o que fazer? É a hora da verdade. O povo que me perdoe, mas ele merece tudo que se tem dito dele. E muito mais.
            As opiniões recentemente emitidas sobre o povo até foram tolerantes. Disseram, por exemplo, que o povo se comporta mal em grenais. Disseram que o povo é corrupto. Por um natural escrúpulo, não quiseram ir mais longe. Pois eu não tenho escrúpulo.
            O povo se comporta mal em toda a parte, não apenas no futebol. O povo tem péssimas maneiras. O povo se veste mal. Não raro, cheira mal também. O povo faz xixi e cocô em escala industrial. Se não houvesse povo, não teríamos o problema ecológico. O povo não sabe comer. O povo tem um gosto deplorável. O povo é insensível. O povo é vulgar.
            A chamada explosão demográfica é culpa exclusivamente do povo. O povo se reproduz numa proporção verdadeiramente suicida. O povo é promíscuo e sem-vergonha. A superpopulação nos grandes centros se deve ao povo. As lamentáveis favelas que tanto prejudicam nossa paisagem urbana foram inventadas pelo povo, que as mantém contra os preceitos da higiene e da estética.
            Responda, sem meias palavras: haveria os problemas de trânsito se não fosse pelo povo? O povo é um estorvo.
            É notória a incapacidade política do povo. O povo não sabe votar. Quando vota, invariavelmente vota em candidatos populares que, justamente por agradarem ao povo, não podem ser boa coisa.
            O povo é pouco saudável. Há, sabidamente, 95 por cento mais cáries dentárias entre o povo. O índice de morte por má nutrição entre o povo é assustador. O povo não se cuida. Estão sempre sendo atropelados. Isto quando não se matam entre si. O banditismo campeia entre o povo. O povo é ladrão. O povo é viciado. O povo é doido. O povo é imprevisível. O povo é um perigo.
            O povo não tem a mínima cultura. Muitos nem sabem ler ou escrever. O povo não viaja, não se interessa por boa música ou literatura, não vai a museus. O povo não gosta de trabalho criativo, prefere empregos ignóbeis e aviltantes. Isto quando trabalha, pois há os que preferem o ócio contemplativo, embaixo de pontes. Se não fosse o povo nossa economia funcionaria como uma máquina. Todo mundo seria mais feliz sem o povo. O povo é deprimente. O povo deveria  ser eliminado.
                                                                                  Luís Fernando Veríssimo

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
Leia o texto e responda às questões que seguem:
1) Há crítica social no texto? Explique

2) Você concorda que a explosão demográfica é culpa do povo? Por quê?

3) Você acha que o povo não sabe votar? Por quê?

4) O autor diz que o povo deveria ser eliminado. Você concorda com essa opinião?

5) De que povo o autor fala no texto?




quinta-feira, 1 de novembro de 2018

ESPCEX RESOLUÇÃO COMENTADA





Resolução de prova – Modelo A | EsPCEx 2018

Interpretação de texto e estudo da  língua


Após a leitura atenta do texto apresentado, responda às questões propostas.


Noruega como Modelo de Reabilitação de Criminosos

O Brasil é responsável por uma das mais altas taxas de reincidência criminal em todo o mundo. No país, a taxa média de reincidência (amplamente admitida mas nunca comprovada empiricamente) é de mais ou menos 70%, ou seja, 7 em cada 10 criminosos voltam a cometer algum tipo de crime após saírem da cadeia.

Alguns perguntariam "Por quê?". E eu pergunto: "Por que não?" O que esperar de um sistema que propõe reabilitar e reinserir aqueles que cometerem algum tipo de crime, mas nada oferece, para que essa situação realmente aconteça? Presídios em estado de depredação total, pouquíssimos programas educacionais e laborais para os detentos, praticamente nenhum incentivo cultural, e, ainda, uma sinistra cultura (mas que diverte muitas pessoas) de que bandido bom é bandido morto (a vingança é uma festa, dizia Nietzsche).

Situação contrária é encontrada na Noruega. Considerada pela ONU, em 2012, o melhor país para se viver (1° no ranking do IDH) e, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Avante Brasil, o 8º país com a menor taxa de homicídios no mundo, lá o sistema carcerário chega a reabilitar 80% dos criminosos, ou seja, apenas 2 em cada 10 presos voltam a cometer crimes; é uma das menores taxas de reincidência do mundo. Em uma prisão em Bastoy, chamada de ilha paradisíaca, essa reincidência é de cerca de 16% entre os homicidas, estupradores e traficantes que por ali passaram. Os EUA chegam a registrar 60% de reincidência e o Reino Unido, 50%. A média europ eia é 50%.

A Noruega associa as baixas taxas de reincidência ao fato de ter seu sistema penal pautado na reabilitação e não na punição por vingança ou retaliação do criminoso. A reabilitação, nesse caso, não é uma opção, ela é obrigatória. Dessa forma, qualquer criminoso poderá ser condenado à pena máxima prevista pela legislação do país (21 anos), e, se o indivíduo não comprovar estar totalmente reabilitado para o convívio social, a pena será prorrogada, em mais 5 anos, até que sua reintegração seja comprovada.
O presídio é um prédio, em meio a uma floresta, decorado com grafites e quadros nos corredores, e no qual as celas não possuem grades, mas sim uma boa cama, banheiro com vaso sanitário, chuveiro, toalhas brancas e porta, televisão de tela plana, mesa, cadeira e armário, quadro para afixar papéis e fotos, além de geladeiras. Encontra-se lá uma ampla biblioteca, ginásio de esportes, campo de futebol, chalés para os presos receberem os familiares, estúdio de gravação de música e oficinas de trabalho. Nessas oficinas são oferecidos cursos de formação profissional, cursos educacionais, e o trabalhador recebe uma pequena remuneração. Para controlar o ócio, oferecer muitas atividades, de educação, de trabalho e de lazer, é a estratégia.

A prisão é construída em blocos de oito celas cada (alguns dos presos, como estupradores e pedófilos, ficam em blocos separados). Cada bloco tem sua cozinha. A comida é fornecida pela prisão, mas é preparada pelos próprios detentos, que podem comprar alimentos no mercado interno para abastecer seus refrigeradores.
Todos os responsáveis pelo cuidado dos detentos devem passar por no mínimo dois anos de preparação para o cargo, em um curso superior, tendo como obrigação fundamental mostrar respeito a todos que ali estão. Partem do pressuposto que, ao mostrarem respeito, os outros também aprenderão a respeitar.

A diferença do sistema de execução penal norueguês em relação ao sistema da maioria dos países, como o brasileiro, americano, inglês, é que ele é fundamentado na ideia de que a prisão é a privação da liberdade, e pautado na reabilitação e não no tratamento cruel e na vingança.

O detento, nesse modelo, é obrigado a mostrar progressos educacionais, laborais e comportamentais, e, dessa forma, provar que pode ter o direito de exercer sua liberdade novamente junto à sociedade.
A diferença entre os dois países (Noruega e Brasil) é a seguinte: enquanto lá os presos saem e praticamente não cometem crimes, respeitando a população, aqui os presos saem roubando e matando pessoas. Mas essas são consequências aparentemente colaterais, porque a população manifesta muito mais prazer no massacre contra o preso produzido dentro dos presídios (a vingança é uma festa, dizia Nietzsche).
LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista, diretor-presidente do Instituto Avante Brasil e coeditor do Portal atualidadesdodireito.com.br. Estou no blogdolfg.com.br.
** Colaborou Flávia Mestriner Botelho, socióloga e pesquisadora do Instituto Avante Brasil.
FONTE: Adaptado de http: //institutoavantebrasil.com.br/noruega-

Questão 1
Em dois momentos do texto, o redator cita Nietzsche, que teria afirmado: "a vingança é uma festa". A partir do que se depreende da leitura, essa "festa" significa

[A] uma notória satisfação das pessoas em geral em relação às matanças e às condições humilhantes a que são submetidos os presos no Brasil.

[B] um presídio cujas celas contenham uma cama, vaso sanitário, chuveiro, toalhas brancas, televisão de tela plana, composto, ainda, por ampla biblioteca, ginásio de esportes e chalés para os presos receberem seus familiares.

[C] uma sinistra cultura de nada oferecer para que um criminoso possa se reabilitar e ser reinserido em uma sociedade que conta com presídios em estado de depredação total e pouquíssimos programas educacionais para os detentos.

[D] a situação de ser considerada, a Noruega, o melhor país para se viver, com a menor taxa de homicídios do mundo, onde o sistema carcerário chega a reabilitar cerca de 80% dos criminosos.

[E] a atitude dos presos no Brasil que, após o cumprimento da pena, exercem sua liberdade roubando e matando as pessoas, comprovando que o sistema poderia ser melhor se aderisse ao adágio "bandido bom é bandido morto".

QUESTÃO 02
Em "Alguns perguntariam 'Por quê?'. E eu pergunto: 'Por que não?", as perguntas retóricas constituem:
[A] crítica ao senso comum, por meio do discurso subjetivo.

[B] linguagem apelativa, com intuito de persuadir o leitor.

[C] verossimilhança, por meio do discurso direto.

[D] diálogo entre textos, fazendo alusão ao discurso alheio.

[E] estratégia argumentativa, ponto de partida da análise do autor.

Quest]ao 3
“(...)uma sinistra cultura de que bandido bom é bandido morto."
O adjetivo em destaque apresenta, no texto, o significado de:
[A] errada           [B] maligna        [C]desprezível                 [D] forte               [E] correta

QUESTÃO 04
"Mas essas são consequências aparentemente colaterais, porque a população manifesta muito mais prazer no massacre contra o preso produzido dentro dos presídios".
Há um trecho, dentro do período destacado acima, que provoca ambiguidade. Marque-o:

[A] aparentemente colaterais   
              
[B] produzido dentro dos presídios

[C] contra o preso      
                                   
 [D] manifesta mais prazer

 [E] no massacre

QUESTÃO 05

Assinale o período que contém agente da passiva:

[A] O Brasil é responsável por uma das mais altas taxas de reincidência criminal em todo o mundo.

[B] Há pouquíssimos programas educacionais e laborais para os detentos.

[C] A comida é oferecida pela prisão, mas é preparada pelos próprios detentos.

[D] Situação contrária é encontrada na Noruega.

[E] A reincidência é de cerca de 16% entre os homicidas, estupradores e traficantes que por ali passaram.

QUESTÃO 06

Assinale a alternativa em que o emprego do verbo "haver" está correto.

[A] Haverá nove dias que ela visitou os pais.

[B] Brigavam à toa, sem que houvessem motivos.

[C] Criaturas infalíveis nunca houve nem haverão.

[D] Não ligue, caso hajam desavenças entre vocês
.
[E] Morávamos ali há quase cinco anos.

QUESTÃO 07

Assinale a alternativa em que o particípio sublinhado está utilizado de acordo com a norma culta.
[A] O policial tinha pego o bandido.

[B] O condenado foi prendido por dez anos.

[C] A pena fora suspendida pelo juiz.

[D] Foi terrível o juiz ter aceitado aquela denúncia.

[E] O preso tinha ganho a liberdade.

QUESTÃO 08

Assinale a opção que contém um pronome relativo:

[A] O que esperar de um sistema desses?

[B] O sistema nada oferece para que tal situação realmente aconteça.

[C] Uma cultura sinistra, mas que diverte muitas pessoas.

[D] A pena será prorrogada até que a reintegração dos presos seja comprovada.

[E] Dessa forma, o detento deve provar que pode ter o direito de exercer sua liberdade.

Questão 9

No trecho, "Alguns perguntariam "Por quê?". E eu pergunto: "Por que não?", os verbos grifados estão, respectivamente, no

[A] Futuro do Pretérito do Indicativo e Presente do Indicativo.

[B] Futuro do Presente do Indicativo e Pretérito Perfeito do Indicativo.

[C] Presente do Subjuntivo e Pretérito Imperfeito do Indicativo.

[D] Pretérito Imperfeito do Indicativo e Presente do Subjuntivo.

[E] Pretérito Mais-Que-Perfeito do Indicativo e Pretérito Imperfeito do Subjuntivo.

QUESTÃO 10

Assinale a alternativa que pode substituir corretamente o trecho sublinhado sem alterar-lhe o sentido:
"... O que esperar de um sistema que propõe reabilitar e reinserir aqueles que cometerem algum tipo de crime, mas nada oferece, para que essa situação realmente aconteça."

[A] "..., onde nada oferece ..."

[B] "..., conforme o que oferece ..."

[C] "..., porque nada oferece ..."

[D] "..., a fim de oferecer algo..."

[E] "..., embora nada ofereça ..."

Questão 11

Um mesmo fonema pode ser representado por letras diferentes. A sequência de palavras que ilustra esse conceito é:

[A] taxa - máxima - afixar

[B] oficina - praça - cela

[C] presídio - lazer - execução

[D] exercício - inexorável - exórdio

[E] preso - sangue – asa

QUESTÃO 12

Assinale a alternativa em que a oração sublinhada é subordina substantiva predicativa:

[A] A comida é preparada pelos próprios detentos, que podem comprar alimentos no mercado interno.

[B] Ele é fundamentado na ideia de que a prisão é a privação da liberdade.

[C] Se o indivíduo não comprovar que está total mente reabilitado, a pena será prorrogada.

[D] A diferença do sistema de execução penal norueguês em relação ao brasileiro é que ele é pautado na reabilitação.
[E] Uma sinistra cultura de que bandido bom é bandido morto.

QUESTÃO 13

No período, "Para controlar o ócio, oferecer muitas atividades, de educação, de trabalho e de lazer, é a estratégia", as duas orações destacadas são subordinadas reduzidas de infinitivo e classificam-se, respectivamente, como

[A] substantiva apositiva e substantiva subjetiva.

[B] adverbial final e substantiva subjetiva.

[C] adverbial final e substantiva completiva nominal.

[D] substantiva objetiva indireta e adverbial consecutiva.

[E] adverbial consecutiva e substantiva apositiva.

QUESTÃO 14

Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula é opcional.

[A] "Partem do pressuposto que, ao mostrarem respeito, os outros também aprenderão a respeitar.

[B] "O detento é obrigado a mostrar progressos, para provar que pode ser reincluído na sociedade

[C] "Os EUA chegam a registrar 60% de reincidência, o Reino Unido, 50%."

[D] "Para controlar o ócio, oferecer muitas atividades de educação é a estratégia."

[E] "Cada bloco contém uma cozinha, comida fornecida pela prisão e preparada pelos presos."

QUESTÃO 15

Em "A população manifesta muito mais prazer no massacre contra o preso ", o termo destacado tem a função de:

[A] Adjunto Adnominal

[B] Agente da Passiva

[C] Objeto Direto

[D] Objeto Indireto

[E] Complemento Nominal

QUESTÃO 16

A ideia de explicação está presente em apenas uma das orações sublinhadas, nas alternativas abaixo.

[A] "... detentos, que podem comprar alimentos no mercado interno para abastecer seus refrigeradores."

[B] "Partem do pressuposto que, ao mostrarem respeito, os outros também aprenderão a respeitar. ”

[C] "... é de cerca de 16% entre os homicidas, estupradores e traficantes que por ali passaram."

[D] "..., tendo como obrigação fundamental mostrar respeito a todos que ali estão."

[E] "..., reinserir aqueles que cometerem algum tipo de crime...”

Resoluções comentadas AQUI

A flor e a náusea - Rosa do Povo.

A flor e a náusea Carlos Drummond de Andrade Preso à minha classe e a algumas roupas, vou de branco pela rua cinzenta....