domingo, 2 de novembro de 2014

FUNÇÃO SINTÁTICA DO ADJETIVO OU LOCUÇÃO ADJETIVA





FUNÇÕES SINTÁTICAS DO ADJETIVO

1. Adjunto adnominal;   caracteriza o substantivo sem  intermediação do verbo.
A garota PERFUMADA chegou.

Não tomo café em copo DE PLÁSTICO

2. Predicativo do sujeito – caracteriza o sujeito  por intermédio  de um verbo. 

O dia está ENSOLARADO.
Marina é muito SIMPÁTICA.
O aluno chegou ATRASADO.

 3. Predicativo do objeto  – caracteriza o objeto
O professor considerou a turma EXCELENTE.

Não gosto de você TRISTE.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

FUNÇÃO SINTÁTICA DO SUBSTANTIVO


                      Substantivo


SABEMOS QUE O SUBSTANTIVO É UMA DAS CLASSES DE PALAVRAS.

Agora vamos ver quais funções sintáticas ele pode exercer.


a)     Sujeito: A professora é gentil
b)     Predicativo do sujeito>  Eu sou professora.
c)      Predicativo do objeto direto>  Elegeram-na senadora.
d)     Predicativo do objeto indireto>  Chamaram-lhe de menino.
e)     Objeto direto> Comprei uma fazenda.
f)     Objeto indireto > Precisamos de atenção.
g)     Complemento nominal> Tenho necessidade de atenção.
h)    Aposto> O rio Amazonas é o maior do mundo.
i)      Vocativo> Amigo, olhe para mim.
j)     Agente da passiva> O leão foi morto pelo caçador

k)     Adjunto adverbial>Retornamos de Campinas.

sábado, 18 de outubro de 2014

QUESTÃO COMENTADA

Gv 2012
Observe os quadrinhos para responder  às questões de 1 a 3




Questão 1
Observe a frase: Faz uma semana que você não troca de roupa.
Substitua a expressão destacada por meses e depois redija duas versões dessa frase, empregando:
a) o verbo haver flexionado no pretérito imperfeito do indicativo em lugar de fazer;
b) a locução dever fazer em lugar de fazer. Em seguida, explique a concordância dessa locução verbal.


Questão 2
a)  Reescreva as falas do segundo quadrinho em discurso indireto e de acordo com a norma-padrão da língua escrita, chamando as personagens de “a mulher” e “o marido”.
b)  Interprete a frase — Pois é, e continua limpa. — no contexto do terceiro quadrinho, esclarecendo o sentido que tem, nela, a conjunção “e”.

Questão 3
Para responder a esta questão, considere as frases em que, como nos quadrinhos, também se emprega o verbo custar:
I. Custa-lhe vestir roupas diferentes?
II. Essas roupas custam caro.
Observe como o verbo foi empregado nessas frases e explique:
a)  o sentido dele em cada uma das frases;
b)  por que a concordância desse verbo é diferente nelas.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A RAPOSA E AS UVAS

A raposa e as Uvas

Uma raposa passou por baixo de uma parreira carregada de uvas. Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.
Deu muitos saltos, tentou subir na parreira, mas não conseguiu.
Depois de muito tentar foi-se embora, dizendo:
 Eu nem estou ligando para as uvas. Elas estão verdes mesmo...
                                     Ruth Rocha. Fábulas de Esopo, São Paulo, FTD,1992.
Interpretação
1)      Sobre o que fala o texto?
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2)      O que a raposa fez para tentar pegar as uvas?
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3)      Ela conseguiu? Por quê?
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4)      Você acha que a raposa realmente não estava ligando para as uvas?
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5)      Reescreva a frase “ Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.” Substituindo a palavra uvas por um pronome.
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6)      Retire dois adjetivos do texto e indique o substantivo a que eles se referem.
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7)      Há advérbios no texto? Retire-os e classifique-os.
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8)      Na frase:”  Elas estão verdes mesmo...”  O pronome ela retoma que palavra da frase anterior? Por que a autora usou esse recurso?
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9)      “ - Eu nem estou ligando para as uvas” . Substitua a expressão grifada por outra, sem mudar o sentido da frase.
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10)Escreva  o que você entendeu do texto.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ENEM QUESTÕES COMENTADAS


QUESTÃO 01



Um leitor interessado nas decisões governamentais escreve uma carta para o jornal que publicou o edital, concordando com a resolução sintetizada no Edital da Secretaria de Cultura. Uma frase adequada para expressar sua concordância é:
a) Que sábia iniciativa! Os prédios em péssimo estado de conservação devem ser derrubados.
b) Até que enfim! Os edifícios localizados nesse trecho descaracterizam o conjunto arquitetônico da Rua Augusta.
c) Parabéns! O poder público precisa mostrar sua força como guardião das tradições dos moradores locais.
d) Justa decisão! O governo dá mais um passo rumo à eliminação do problema da falta de moradias populares.
e) Congratulações! O patrimônio histórico da cidade merece todo empenho para ser preservado.

QUESTÃO 2



 O artista gráfico polonês Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 e recebeu diversos prêmios por suas ilustrações.
Nessa obra, ao abordar o trabalho infantil, Kuczynskiego usa sua arte para
a) difundir a origem de marcantes diferenças sociais.
b) estabelecer uma postura proativa da sociedade.
c) provocar a reflexão sobre essa realidade.
d) propor alternativas para solucionar esse problema.
e) retratar como a questão é enfrentada em vários países do mundo.

QUESTÃO 3

O cartaz aborda a questão do aquecimento global. A relação entre os recursos verbais e não verbais nessa propaganda revela que
a) o discurso ambientalista propõe formas radicais de resolver os problemas climáticos.
b) a preservação da vida na Terra depende de ações de dessalinização da água marinha.
c) a acomodação da topografia terrestre desencadeia o natural degelo das calotas polares.
d) o descongelamento das calotas polares diminui a quantidade de água doce potável do mundo.
e) a agressão ao planeta é dependente da posição assumida pelo homem frente aos problemas ambientais.

QUESTÃO 4

Nessa charge, o recurso morfossintático que colabora para o efeito de humor está indicado pelo(a)
a) emprego de uma oração adversativa, que orienta a quebra da expectativa ao final.
b) uso de conjunção aditiva, que cria uma relação de causa e efeito entre as ações.
c) retomada do substantivo “mãe”, que desfaz a ambiguidade dos sentidos a ele atribuídos,
d) utilização da forma pronominal “la”, que reflete um tratamento formal do filho em relação à “mãe”.
e) repetição da forma verbal “é”, que reforça a relação de adição existente entre as orações. 

QUESTÃO 5

Dúvida
Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro. Um dos compadres falou:
— Passou um largato ali!
O outro perguntou:
— Lagarto ou largato?
O primeiro respondeu:
— Num sei não, o bicho passou muito rápido.
Piadas coloridas. Rio de Janeiro: Gênero, 2006.

Na piada, a quebra de expectativa contribui para produzir o efeito de humor. Esse efeito ocorre porque um dos personagens
a) reconhece a espécie do animal avistado.
b) tem dúvida sobre a pronúncia do nome do réptil.
c) desconsidera o conteúdo linguístico da pergunta.
d) constata o fato de um bicho cruzar a frente do carro.
e) apresenta duas possibilidades de sentido para a mesma palavra. 

RESPOSTAS COMENTADAS

domingo, 21 de setembro de 2014

QUESTÃO COMENTADA

QUESTÃO COMENTADA

COLOCAÇÃO PRONOMINAL E CRASE

VUNESP - 2014 - Fundacentro - Assistente em Ciência e Tecnologia

Na Zona Sul, a montanha que ____    com o lixo não recolhido chegaria____ altura do Pão de Açúcar. Isso para nós, os pobres, cuja comida e cujo consumo não chegam  __1 kg de lixo/dia. Nos países ricos,_____ ____em média 2 kg de lixo/dia.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
a) faria-se ... a ... à ... geram-se
b) se faria ... à ... à ... se geram
c) faria-se ... a ... a ... se geram
d) far-se-ia ... a ... a ... geram-se
e) se faria ... à ... a ... geram-se

alternativa correta = e


O pronome relativo que  pede próclise,(pronome antes do verbo.) O verbo chegar rege preposição A junto com o artigo A de altura gera crase. Não ocorre crase antes de palavra masculina, portanto A sem acento grave. 2 kg é sujeito plural, portanto o verbo concorda com ele geram-se.

sábado, 20 de setembro de 2014

FUVEST - QUESTÕES COMENTADAS


 FUVEST 2ª. FASE - Questões comentadas

Questão 1
Leia o seguinte texto, que trata das diferenças entre fala e escrita:
Talvez ainda mais digno de atenção seja o desaparecimento [na escrita] da mímica e das inflexões ou variações do tom da voz. A sua falta tem de ser suprida por outros recursos.
É, neste sentido, que se torna altamente instrutiva a velha anedota, que nos conta a indignação de um rico fazendeiro ao receber de seu filho um telegrama com a frase singela — “mande-me dinheiro”, que ele lia e relia emprestando lhe um tom rude e imperativo. O bom homem não era tão néscio quanto a anedota dá a entender: estava no direito de exigir da formulação verbal uma qualidade que lhe fizesse sentir a atitude filial de carinho e respeito e de refugar uma frase que, sem a ajuda de gestos e entoação adequada, soa à leitura espontaneamente como ríspida e seca.
J. Mattoso Câmara Jr., Manual de expressão oral e escrita. Adaptado.

a)  Considerando-se que o verbo da frase do telegrama está no imperativo, se essa mesma frase fosse dita em uma conversa telefônica, haveria possibilidade de o pai entendê-la de modo diferente? Explique.

b) Reescreva a frase do telegrama, acrescentando-lhe, no máximo, três palavras e a pontuação adequada, de modo a atender a exigência do pai, mencionada no texto.
Resolução

Questão 2
Avalie a redação das seguintes frases:
I. O futebol conquistou um papel na sociedade tanto culturalmente como econômico e político.
II. Os clubes buscam a expansão do número de associados bem como reduzir gastos com publicidade.
III. Doravante tais fatos, fica claro que o futebol exerce uma grande influência no cotidiano do brasileiro.
IV. O técnico declarou aos jornalistas que, para o próximo jogo, ele tem uma carta na manga do colete.
a) Reescreva as frases I e II, corrigindo a falta de paralelismo nelas presente.
b) Reescreva as frases III e IV, eliminando a inadequação vocabular que elas apresentam.

Questão 3
Considere o seguinte texto, para atender ao que se pede:
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em ação.
                                                                                Fernando Pessoa, Da literatura europeia.

a)      Considerando-a no contexto em que ocorre, explique a frase “o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior”.

b)       Reescreva a frase “O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é”, substituindo por sinônimos as expressões sublinhadas.

Questão 4

Entrevistado por Clarice Lispector, para a pergunta “Como você encara o problema da maturidade?”, Tom
Jobim deu a seguinte resposta: “Tem um verso do Drummond que diz: ‘A madureza, esta horrível prenda…’   Não sei, Clarice, a gente fica mais capaz, mas também mais exigente”.
Nota: O verso citado por Tom Jobim é o início do poema “A ingaia ciência”, de Carlos Drummond de Andrade, e sua versão  correta é: “A madureza, essa terrível prenda”.

a)  Aponte dois recursos expressivos empregados pelo poeta na expressão “terrível prenda”.
b)  Reescreva a resposta de Tom Jobim, eliminando as marcas de coloquialidade que ela apresenta e fazendo  as alterações necessárias.

Questão 5

Leia o seguinte texto, para atender ao que se pede:
Conversa de abril

É abril, me perdoareis. Estou completamente cansado. Retorno à aldeia depois de três dias de galope de jipe pelas estradas confusas de caminhões e poeira e explosões. Tenho no bolso um caderno de notas.
Quereis que vos descreva essas montanhas e vales, e o que fazem os seres humanos neste tempo de primavera? Deixai-me estirar o corpo na cama; depois tiro as botas. Ouvi-me. As montanhas, já vos descreverei as montanhas.
Rubem Braga*
* Rubem Braga foi correspondente de guerra junto à FEB, Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial. O fragmento acima pertence a uma de suas crônicas desse período.

a)  Reescreva o seguinte trecho, dando-lhe características narrativas e empregando a terceira pessoa do plural, em lugar da segunda:
“Tenho no bolso um caderno de notas. Quereis que vos descreva essas montanhas e vales, e o que fazem os seres humanos neste tempo de primavera?”

b)  Tendo em vista as informações contidas no excerto, o início do texto — “É abril” — é coerente com o emprego do pronome este, em “neste tempo de primavera”? Explique.

Questão 6
Leia o seguinte trecho de uma reportagem, para em seguida atender ao que se pede:

Cantoria de sabiá-laranjeira na madrugada divide ouvidos paulistanos


Diz uma antiga lenda indígena que, durante as madrugadas, no início da primavera, quando uma criança ouve o canto de um sabiá-laranjeira, ela é abençoada com amor, felicidade e paz. Isso lá na floresta. Na selva urbana, a história é outra: tem gente se revirando na cama com a sinfonia que chega a durar duas horas seguidas antes mesmo de clarear o dia.
“Morei 35 anos no interior paulista e nunca fui acordada por passarinho algum”, conta uma moradora do Brooklin (zona sul). “Agora, em plena São Paulo barulhenta e caótica, minhas madrugadas têm sido bem diferentes”.
Folha de S.Paulo, 16/09/2013. Adaptado.
a)  Tendo em vista o contexto, é possível concluir, de modo irrefutável, que a citada moradora do Brooklin faz parte dos paulistanos que não apreciam o canto do sabiá-laranjeira? Justifique com base no texto.

b)  Reescreva os trechos do texto que se encontram em discurso direto, empregando o discurso indireto e fazendo as modificações necessárias.

domingo, 7 de setembro de 2014

A PALAVRA NO CONTEXTO

A palavra no contexto

Explique o significado da palavra CARO  na fala do político e na  do homem que está assistindo à propaganda política.