sábado, 18 de outubro de 2014

QUESTÃO COMENTADA

Gv 2012
Observe os quadrinhos para responder  às questões de 1 a 3




Questão 1
Observe a frase: Faz uma semana que você não troca de roupa.
Substitua a expressão destacada por meses e depois redija duas versões dessa frase, empregando:
a) o verbo haver flexionado no pretérito imperfeito do indicativo em lugar de fazer;
b) a locução dever fazer em lugar de fazer. Em seguida, explique a concordância dessa locução verbal.


Questão 2
a)  Reescreva as falas do segundo quadrinho em discurso indireto e de acordo com a norma-padrão da língua escrita, chamando as personagens de “a mulher” e “o marido”.
b)  Interprete a frase — Pois é, e continua limpa. — no contexto do terceiro quadrinho, esclarecendo o sentido que tem, nela, a conjunção “e”.

Questão 3
Para responder a esta questão, considere as frases em que, como nos quadrinhos, também se emprega o verbo custar:
I. Custa-lhe vestir roupas diferentes?
II. Essas roupas custam caro.
Observe como o verbo foi empregado nessas frases e explique:
a)  o sentido dele em cada uma das frases;
b)  por que a concordância desse verbo é diferente nelas.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A RAPOSA E AS UVAS

A raposa e as Uvas

Uma raposa passou por baixo de uma parreira carregada de uvas. Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.
Deu muitos saltos, tentou subir na parreira, mas não conseguiu.
Depois de muito tentar foi-se embora, dizendo:
 Eu nem estou ligando para as uvas. Elas estão verdes mesmo...
                                     Ruth Rocha. Fábulas de Esopo, São Paulo, FTD,1992.
Interpretação
1)      Sobre o que fala o texto?
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2)      O que a raposa fez para tentar pegar as uvas?
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3)      Ela conseguiu? Por quê?
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4)      Você acha que a raposa realmente não estava ligando para as uvas?
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5)      Reescreva a frase “ Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.” Substituindo a palavra uvas por um pronome.
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6)      Retire dois adjetivos do texto e indique o substantivo a que eles se referem.
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7)      Há advérbios no texto? Retire-os e classifique-os.
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8)      Na frase:”  Elas estão verdes mesmo...”  O pronome ela retoma que palavra da frase anterior? Por que a autora usou esse recurso?
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9)      “ - Eu nem estou ligando para as uvas” . Substitua a expressão grifada por outra, sem mudar o sentido da frase.
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10)Escreva  o que você entendeu do texto.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ENEM QUESTÕES COMENTADAS


QUESTÃO 01



Um leitor interessado nas decisões governamentais escreve uma carta para o jornal que publicou o edital, concordando com a resolução sintetizada no Edital da Secretaria de Cultura. Uma frase adequada para expressar sua concordância é:
a) Que sábia iniciativa! Os prédios em péssimo estado de conservação devem ser derrubados.
b) Até que enfim! Os edifícios localizados nesse trecho descaracterizam o conjunto arquitetônico da Rua Augusta.
c) Parabéns! O poder público precisa mostrar sua força como guardião das tradições dos moradores locais.
d) Justa decisão! O governo dá mais um passo rumo à eliminação do problema da falta de moradias populares.
e) Congratulações! O patrimônio histórico da cidade merece todo empenho para ser preservado.

QUESTÃO 2



 O artista gráfico polonês Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 e recebeu diversos prêmios por suas ilustrações.
Nessa obra, ao abordar o trabalho infantil, Kuczynskiego usa sua arte para
a) difundir a origem de marcantes diferenças sociais.
b) estabelecer uma postura proativa da sociedade.
c) provocar a reflexão sobre essa realidade.
d) propor alternativas para solucionar esse problema.
e) retratar como a questão é enfrentada em vários países do mundo.

QUESTÃO 3

O cartaz aborda a questão do aquecimento global. A relação entre os recursos verbais e não verbais nessa propaganda revela que
a) o discurso ambientalista propõe formas radicais de resolver os problemas climáticos.
b) a preservação da vida na Terra depende de ações de dessalinização da água marinha.
c) a acomodação da topografia terrestre desencadeia o natural degelo das calotas polares.
d) o descongelamento das calotas polares diminui a quantidade de água doce potável do mundo.
e) a agressão ao planeta é dependente da posição assumida pelo homem frente aos problemas ambientais.

QUESTÃO 4

Nessa charge, o recurso morfossintático que colabora para o efeito de humor está indicado pelo(a)
a) emprego de uma oração adversativa, que orienta a quebra da expectativa ao final.
b) uso de conjunção aditiva, que cria uma relação de causa e efeito entre as ações.
c) retomada do substantivo “mãe”, que desfaz a ambiguidade dos sentidos a ele atribuídos,
d) utilização da forma pronominal “la”, que reflete um tratamento formal do filho em relação à “mãe”.
e) repetição da forma verbal “é”, que reforça a relação de adição existente entre as orações. 

QUESTÃO 5

Dúvida
Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro. Um dos compadres falou:
— Passou um largato ali!
O outro perguntou:
— Lagarto ou largato?
O primeiro respondeu:
— Num sei não, o bicho passou muito rápido.
Piadas coloridas. Rio de Janeiro: Gênero, 2006.

Na piada, a quebra de expectativa contribui para produzir o efeito de humor. Esse efeito ocorre porque um dos personagens
a) reconhece a espécie do animal avistado.
b) tem dúvida sobre a pronúncia do nome do réptil.
c) desconsidera o conteúdo linguístico da pergunta.
d) constata o fato de um bicho cruzar a frente do carro.
e) apresenta duas possibilidades de sentido para a mesma palavra. 

RESPOSTAS COMENTADAS

domingo, 21 de setembro de 2014

QUESTÃO COMENTADA

QUESTÃO COMENTADA

COLOCAÇÃO PRONOMINAL E CRASE

VUNESP - 2014 - Fundacentro - Assistente em Ciência e Tecnologia

Na Zona Sul, a montanha que ____    com o lixo não recolhido chegaria____ altura do Pão de Açúcar. Isso para nós, os pobres, cuja comida e cujo consumo não chegam  __1 kg de lixo/dia. Nos países ricos,_____ ____em média 2 kg de lixo/dia.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
a) faria-se ... a ... à ... geram-se
b) se faria ... à ... à ... se geram
c) faria-se ... a ... a ... se geram
d) far-se-ia ... a ... a ... geram-se
e) se faria ... à ... a ... geram-se

alternativa correta = e


O pronome relativo que  pede próclise,(pronome antes do verbo.) O verbo chegar rege preposição A junto com o artigo A de altura gera crase. Não ocorre crase antes de palavra masculina, portanto A sem acento grave. 2 kg é sujeito plural, portanto o verbo concorda com ele geram-se.

sábado, 20 de setembro de 2014

FUVEST - QUESTÕES COMENTADAS


 FUVEST 2ª. FASE - Questões comentadas

Questão 1
Leia o seguinte texto, que trata das diferenças entre fala e escrita:
Talvez ainda mais digno de atenção seja o desaparecimento [na escrita] da mímica e das inflexões ou variações do tom da voz. A sua falta tem de ser suprida por outros recursos.
É, neste sentido, que se torna altamente instrutiva a velha anedota, que nos conta a indignação de um rico fazendeiro ao receber de seu filho um telegrama com a frase singela — “mande-me dinheiro”, que ele lia e relia emprestando lhe um tom rude e imperativo. O bom homem não era tão néscio quanto a anedota dá a entender: estava no direito de exigir da formulação verbal uma qualidade que lhe fizesse sentir a atitude filial de carinho e respeito e de refugar uma frase que, sem a ajuda de gestos e entoação adequada, soa à leitura espontaneamente como ríspida e seca.
J. Mattoso Câmara Jr., Manual de expressão oral e escrita. Adaptado.

a)  Considerando-se que o verbo da frase do telegrama está no imperativo, se essa mesma frase fosse dita em uma conversa telefônica, haveria possibilidade de o pai entendê-la de modo diferente? Explique.

b) Reescreva a frase do telegrama, acrescentando-lhe, no máximo, três palavras e a pontuação adequada, de modo a atender a exigência do pai, mencionada no texto.
Resolução

Questão 2
Avalie a redação das seguintes frases:
I. O futebol conquistou um papel na sociedade tanto culturalmente como econômico e político.
II. Os clubes buscam a expansão do número de associados bem como reduzir gastos com publicidade.
III. Doravante tais fatos, fica claro que o futebol exerce uma grande influência no cotidiano do brasileiro.
IV. O técnico declarou aos jornalistas que, para o próximo jogo, ele tem uma carta na manga do colete.
a) Reescreva as frases I e II, corrigindo a falta de paralelismo nelas presente.
b) Reescreva as frases III e IV, eliminando a inadequação vocabular que elas apresentam.

Questão 3
Considere o seguinte texto, para atender ao que se pede:
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em ação.
                                                                                Fernando Pessoa, Da literatura europeia.

a)      Considerando-a no contexto em que ocorre, explique a frase “o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior”.

b)       Reescreva a frase “O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é”, substituindo por sinônimos as expressões sublinhadas.

Questão 4

Entrevistado por Clarice Lispector, para a pergunta “Como você encara o problema da maturidade?”, Tom
Jobim deu a seguinte resposta: “Tem um verso do Drummond que diz: ‘A madureza, esta horrível prenda…’   Não sei, Clarice, a gente fica mais capaz, mas também mais exigente”.
Nota: O verso citado por Tom Jobim é o início do poema “A ingaia ciência”, de Carlos Drummond de Andrade, e sua versão  correta é: “A madureza, essa terrível prenda”.

a)  Aponte dois recursos expressivos empregados pelo poeta na expressão “terrível prenda”.
b)  Reescreva a resposta de Tom Jobim, eliminando as marcas de coloquialidade que ela apresenta e fazendo  as alterações necessárias.

Questão 5

Leia o seguinte texto, para atender ao que se pede:
Conversa de abril

É abril, me perdoareis. Estou completamente cansado. Retorno à aldeia depois de três dias de galope de jipe pelas estradas confusas de caminhões e poeira e explosões. Tenho no bolso um caderno de notas.
Quereis que vos descreva essas montanhas e vales, e o que fazem os seres humanos neste tempo de primavera? Deixai-me estirar o corpo na cama; depois tiro as botas. Ouvi-me. As montanhas, já vos descreverei as montanhas.
Rubem Braga*
* Rubem Braga foi correspondente de guerra junto à FEB, Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial. O fragmento acima pertence a uma de suas crônicas desse período.

a)  Reescreva o seguinte trecho, dando-lhe características narrativas e empregando a terceira pessoa do plural, em lugar da segunda:
“Tenho no bolso um caderno de notas. Quereis que vos descreva essas montanhas e vales, e o que fazem os seres humanos neste tempo de primavera?”

b)  Tendo em vista as informações contidas no excerto, o início do texto — “É abril” — é coerente com o emprego do pronome este, em “neste tempo de primavera”? Explique.

Questão 6
Leia o seguinte trecho de uma reportagem, para em seguida atender ao que se pede:

Cantoria de sabiá-laranjeira na madrugada divide ouvidos paulistanos


Diz uma antiga lenda indígena que, durante as madrugadas, no início da primavera, quando uma criança ouve o canto de um sabiá-laranjeira, ela é abençoada com amor, felicidade e paz. Isso lá na floresta. Na selva urbana, a história é outra: tem gente se revirando na cama com a sinfonia que chega a durar duas horas seguidas antes mesmo de clarear o dia.
“Morei 35 anos no interior paulista e nunca fui acordada por passarinho algum”, conta uma moradora do Brooklin (zona sul). “Agora, em plena São Paulo barulhenta e caótica, minhas madrugadas têm sido bem diferentes”.
Folha de S.Paulo, 16/09/2013. Adaptado.
a)  Tendo em vista o contexto, é possível concluir, de modo irrefutável, que a citada moradora do Brooklin faz parte dos paulistanos que não apreciam o canto do sabiá-laranjeira? Justifique com base no texto.

b)  Reescreva os trechos do texto que se encontram em discurso direto, empregando o discurso indireto e fazendo as modificações necessárias.

domingo, 7 de setembro de 2014

A PALAVRA NO CONTEXTO

A palavra no contexto

Explique o significado da palavra CARO  na fala do político e na  do homem que está assistindo à propaganda política.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A VONTADE DO FALECIDO



Grupo de estudos – Leitura e interpretação de texto

A VONTADE DO FALECIDO

Seu Irineu Boaventura não era tão bem-aventurado assim, pois sua saúde não era lá para que se diga. Pelo contrário, seu Irineu ultimamente já tava até curvando a espinha, tendo merecido, por parte de vizinhos mais irreverentes, o significativo apelido de “Pé- na-Cova”. Se digo significativo é porque seu Irineu Boaventura realmente já dava a impressão de que, muito brevemente, iria comer capim pela raiz, isto é, iam plantar ele e botar um jardinzinho por cima.
Se havia expectativa em torno do passamento do seu Irineu? Havia sim. O velho tinha os seus guardados. Não eram bens imóveis, pois seu Irineu conhecia de sobra Altamirando, seu sobrinho, e sabia que, se comprasse terreno, o nefando parente se instalaria nele sem a menor cerimônia. De mais a mais, o velho era antigão: não comprava o que não precisava e nem dava dinheiro por papel pintado. Dessa forma, não possuía bens imóveis nem ações […]. A erva dele era viva. Tudo guardado em pacotinhos, num cofrão verde que ele tinha no escritório.
Nessa erva é que a parentada botava olho grande […] principalmente depois que o velho começou a ficar com aquela cor de uma bonita tonalidade cadavérica. O sobrinho, embora mais mau-caráter do que o resto da família, foi o que teve a atitude mais leal, porque, numa tarde em que seu Irineu tossia muito, perguntou assim de supetão:
- Titio, se o senhor puser o bloco na rua, pra quem é que fica o seu dinheiro, hein?
O velho, engasgado de ódio, chegou a perder a tonalidade cadavérica e ficar levemente ruborizado, respondendo com voz rouca:
- Na hora em que eu morrer, você vai ver, seu cretino.
Alguns dias depois, deu-se o evento. Seu Irineu pisou no prego e esvaziou. Apanhou um resfriado, do resfriado passou à pneumonia, da pneumonia passou ao estado de coma e do estado de coma não passou mais. Levou pau e foi reprovado.[…]
- Bota titio na mesa da sala de visitas – aconselhou Altamirando; e começou o velório. Tudo que era parente com razoáveis esperanças de herança foi velar o morto. Mesmo parentes desesperançados compareceram ao ato fúnebre, porque estas coisas vocês sabem bem como são: velho rico, solteirão, rende sempre um dinheirão. Horas antes do enterro, abriram o cofrão verde onde havia sessenta milhões em cruzeiros, vinte em pacotinhos de “Tiradentes” e quarenta em pacotinhos de “Santos Dumont”:
- O velho tinha menos dinheiro do que eu pensava – disse alto o sobrinho.
E logo adiante acrescentava baixinho:
- Vai ver, gastava com mulher.
Se gastava ou não, nunca se soube. Tomou-se – isto sim – conhecimento de uma carta que estava cuidadosamente colocada dentro do cofre, sobre o dinheiro. E na carta o velho dizia: “Quero ser enterrado junto com a quantia existente neste cofre, que é tudo o que eu possuo e que foi ganho com o suor do meu rosto, sem a ajuda de parente vagabundo nenhum.” E, por baixo, a assinatura com firma reconhecida para não haver dúvida: Irineu de Carvalho Pinto Boaventura.
Pra quê! Nunca se chorou tanto num velório sem se ligar pro morto. A parentada chorava às pampas, mas não apareceu ninguém com peito para desrespeitar a vontade do falecido. Estava todo o mundo vigiando todo o mundo, e lá foram aquelas notas novinhas arrumadas ao lado do corpo, dentro do caixão.
Foi quase na hora do corpo sair. Desde o momento em que se tomou conhecimento do que a carta dizia, que Altamirando imaginava um jeito de passar o morto pra trás. Era muita sopa deixar aquele dinheiro ali pro velho


gastar com minhoca. Pensou, pensou e, na hora que iam fechar o caixão, ele deu um grito de “pera aí”. Tirou os sessenta milhões de dentro do caixão, fez um cheque da mesma importância, jogou lá dentro e disse “fecha”.
- Se ele precisar, mais tarde desconta o cheque no Banco.

(Stanislaw Ponte Preta. Dois amigos e um chato. São Paulo, Moderna, 1986)

Questões sobre o texto
1. Qual o assunto do texto?
2. Resuma em um parágrafo a ideia central do texto.
3. Havia algum parente que se preocupava com a saúde de Irineu? Explique.
4. O que você achou da ideia de Altamirando? Você concorda com ele?
5. No texto há algumas palavras escritas em linguagem coloquial. Reescreva-as de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
6.Dê o significado das seguintes expressões:
a. " pé-na-cova" :________________________________________
b. " pisou no prego  e esvaziou: " _____________________________________
c." não dava dinheiro por papel pintado"  ______________________________
d: chorava às pampas": ___________________________________________
e: " A erva dele era viva" ____________________________________________

terça-feira, 19 de agosto de 2014

DICAS DE ESTUDO


“Tenha cuidado com o que você pensa, pois sua vida é dirigida pelos seus pensamentos”
( Provérbios 4:23)   Rei Salomão
Muitas vezes é difícil focar a mente nos estudos. 
Assim, sugerimos 10  dicas para um estudo mais efetivo; você pode escolher as que mais lhe interessam:
Procure um lugar tranquilo para estudar, isso facilita a concentração.
Treine o cérebro para aprender conteúdos de que você necessita.
Saiba discernir vontade de necessidade.
 Leia o texto até o fim ( sem se preocupar com o significado de palavras desconhecidas , procure entender o contexto, caso seja necessário, busque o significado na segunda leitura).
Faça perguntas ao texto e elabore respostas (o quê? Por quê? Como? Para quem? Onde? Quando? Anote palavras  e  ideias chaves.
Faça um resumo das ideias principais; isso ajuda a reter o  conteúdo estudado.
Revise o conteúdo aprendido no dia ” aula dada, aula estudada” .
Explique os conteúdos para si mesmo.
Estude sozinho ou com um colega com quem possa trocar ideias sobre o assunto em questão.
Faça muitos exercícios sobre o assunto. No caso de concursos e vestibulares, resolva provas anteriores.

Antônia de Fátima Fuini

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

REVISAR É PRECISO.

TODO TEXTO PRECISA SER REVISADO ANTES DE PUBLICADO.

Lendo atentamente o texto da imagem acima, encontramos, na 1a. oração, erro no emprego da vírgula, pois  não se separa o sujeito do verbo; faltou acento no verbo( têm) por ser 3a. pessoa do plural( eles). Na 3a. oração vemos o erro de CONCORDÂNCIA VERBAL"  reclama" , quando deveria ser RECLAMAM  concordando com o SUJEITO oculto eles( pronome que retoma jovens).