quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Feliz ano novo


Ano novo, esperança renovada
Vida transformada pela ação de Deus
Tempo de escolher o melhor
E viver intensamente

Ano novo com gosto de alegria
Tempo de anunciar o amor de Deus trocar
 por uma existência plena
A vida que está vazia
Então poder dizer de coração:

Este é o  seu Ano, pessoa querida
É sua chance de decidir
Receber o melhor de todos os presentes
Seu nome  escrito no Livro da Vida

Feliz ano novo!!!!!
  1. Fátima Fuini

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Funções da Palavra SE

A PALAVRA "SE"
CLASSIFICAÇÃO DA PALAVRA SE
 - Conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva.
Não sei SE ele virá.
- Conjunção subordinativa indicando uma condição: inicia uma oração adverbial condicional .
Se chover, não iremos à praia..

- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido.
Passavam-se os dias e ela não mudava de opinião.

- Parte integrante do verbo: faz parte  dos verbos pronominais.
Ajoelhou-se aos pés da amada.

-  Pronome apassivador: ligado a verbo TRANSITIVO DIRETO,  com a oração na  voz passiva sintética. É também chamada de partícula apassivadora.

Consertam-se roupas.

Compra-se ouro.
Vendem-se apartamentos novos.
- Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.

Trata-se de coisa muito séria.
Precisa-se de balconista
- Objeto direto:  Ele cortou-se com a navalha.

- Objeto indireto:Ele se atribui muito valor.

- Sujeito do infinitivo( estar): Ele  deixou-se estar ao lado da namorada.

sábado, 26 de novembro de 2011

APOSTO

Aposto:
É o termo que explica, especifica, enumera  ou resume outro termo da oração. Há quatro tipos de aposto


Aposto Explicativo:
O aposto explicativo identifica  o termo anterior. É separado do termo  por vírgulas, dois pontos, parênteses ou travessões.
Mário de Andrade, o Papa do Modernismo, escreveu Macunaíma.
Aposto Especificativo:
O aposto especificativo individualiza ou especifica um substantivo de sentido genérico, sem o uso de vírgulas; é equivalente ao termo ao qual se refere.
A cidade de São Paulo é a mais populosa do Brasil.
São Paulo especifica a cidade, é o nome da cidade.


Aposto Enumerativo:
O aposto enumerativo é uma sequência de elementos que desenvolve uma ideia anterior.
O aluno deve sempre trazer seu material: livro, caderno, estojo e afins.



Aposto Resumidor:
Como o próprio nome diz, o aposto resumidor é usado para resumir termos anteriores. É representado por um pronome indefinido.
Tristeza, desânimo e dor, nada o fazia desistir de seus objetivos


EXERCÍCIOS
Aposto 
1-Identifique o aposto nas seguintes frases:
a)Joelma, a diva, canta bem. 
b)Márcia, a cantora de pop, canta bem. 
c)Nada me satisfaz: sono, comida, dinheiro. 
d)Julia, linda, dança bem. 

2-Identifique e classifique o aposto: 
a)A Avenida Paulista é sempre congestionada. 
b)O pai deu um conselho ao filho: sabedoria, tranquilidade e respeito são essenciais a vida. 
c)Joana, a aluna inteligente, escreve bem. 
d)Sabedoria, tranquilidade, respeito, tudo estava no conselho de seu pai. 

3-Reescreva as frases ampliando-as com um aposto para cada termo em destaque. Veja o exemplo: 
O futebol está perdendo adeptos no Brasil. 
O futebol, famoso esporte de origem inglesa, está perdendo adeptos no Brasil. 

a)O automobilismo conquistou multidões. 
b)O Brasil continua atraindo turistas. 
c)Gosto muito de Recife. 
d)O café é originário da África. 

4-Transcreva os apostos 
a)Há três palavras de ordem para o Brasil decolar: educação, honestidade e inteligência política. 
b)A rota dos parques nacionais do Brasil guarda surpresas: cachoeiras em serras, caminhadas entre cânions, bichos. 
d)Os conflitos se acirram em Bagdá, capital do Iraque. 



 RESPOSTAS




  

OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO


OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO

Os  tão temidos OBJETO DIRETO e OBJETO INDIRETO  nada mais são que o complementos de um  Verbo Transitivo.(  incompleto) Exemplo:
OBJETO DIRETO
Comprei... Ele fez...
Ora, quem compra, compra alguma coisa , faltou o “OBJETO”
 - Comprei um carro.
Quem faz, faz alguma coisa, novamente faltou o “OBJETO”
 Ele fez a pesquisa na biblioteca.
Note que os termos destacados completam o VERBO sem o auxílio de preposição; por isso, dizemos que é um OBJETO DIRETO.
Outros exemplos:
O aluno realizou os exercícios na classe.
O agricultou plantou as sementes no tempo certo.
Nós amamos vocês.

OBJETO INDIRETO
Também é um termo que completa o VERBO, mas com auxílio de PREPOSIÇÃO OBRIGATÓRIA
Gostamos... Quem gosta, gosta DE
Concordo... Quem concorda, concorda COM
Confiamos... Quem confia, confia EM
Logo as preposições DE, COM  e EM acompanham os objetos indiretos.

Gostamos de gente alegre. (  preposição DE)
Concordo com você.           (  preposição COM)
Confiamos em Deus.           ( preposição EM)

Reafirmando:
Objeto direto completa o verbo sem preposição obrigatória/
Objeto indireto completa o verbo com preposição obrigatória.

Bibliografia consultada:
Cipro Neto, Pasquale

    Gramática da língua Portuguesa/Pasquale & Ulisses, - São Paulo, Scipione, 1988

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PALAVRÃO?

Qual a maior palavra da língua portuguesa?

A maior palavra da língua portuguesa possui 46 letras e ganhou registro definitivo em 2001, quando apareceu no dicionário Houaiss. Estamos falando de pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Antes, o título pertencia ao advérbio "anticonstitucionalissimamente", que tem 29 letras e descreve algo que é feito contra a constituição. O vice era "oftalmotorrinolaringologista", com 28 letras, que se refere ao especialista nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta.
O Houaiss é o campeão de palavras na língua portuguesa, mas não traz, por exemplo, palavras da química que têm dezenas de sílabas, usadas para definir compostos. Uma delas é "tetrabromometacresolsulfonoftaleína", que tem 35 letras e indica um corante usado em reações. "Palavras como essa são muito específicas e só aparecem em glossários de terminologia química", diz o filólogo Mauro Villar, do Instituto Antônio Houaiss.




Entenda cada parte desse vocábulo de 46 letras
Pneumoultramicroscópico
Pneumo - Pulmão
Ultra - Fora de
Microscópico - Muito pequeno
Silicovulcanoconiótico
Sílico - Vem de silício, um elemento químico presente no magma vulcânico
Vulcano - Vindo de um vulcão
Coniótico - Vem de coniose, doença causada por inalação de pós em suspensão no ar
Tudo isso junto...
Pessoa que sofre de uma doença pulmonar, a pneumoconiose, causada pela aspiração de cinzas vulcânicas!


Fonte: Mundo Estranho

sábado, 12 de novembro de 2011

FRASE, ORAÇÃO R PERÍODO

Frase -  Oração  -  Período

FRASE: todo enunciado capaz de estabelecer comunicação; pode ser representada por:
- uma palavra:  Fogo! Atacar!
- uma expressão: Seja feliz!
- um período com uma ou mais orações: Exemplos: Comprei um carro novo.!( forma verbal grifada)
 Vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância.” ( formas verbais grifadas)

 ORAÇÃO : sempre  construída com  verbo.
O preço do combustível subiu muito.
Fizemos uma excelente compra no supermercado.

PERÍODO
Período é a frase que contém  uma ou mais orações. O período pode ser simples ou composto.

Período Simples: é aquele constituído por apenas uma oração, constituída por um verbo ou locução verbal que recebe o nome de ORAÇÃO ABSOLUTA.
Exemplos:
O homem foi criado perfeito.
As crianças necessitam de cuidados especiais.
Amo você.

O tempo é um grande aliado da dor.

Quero sair agora.

Período Composto: é aquele constituído por duas ou mais orações que são conhecidas pelos verbos ou locuções verbais..
Exemplos:
" Eduque a criança no caminho /em que deve andar/ e ela jamais se desviará dele." 
        1                                                   2                                          3
Quando sair da faculdade,/ encontrarei um ótimo emprego.

                1                            2
Cheguei/cumprimentei os alunos / e iniciei a aula.
      1               2                                  3                

PREDICADO

Dizem que o predicado sempre tem uma informação sobre o sujeito.

CLASSIFICAÇÃO DO PREDICADO:
Predicado Verbal
Predicado Nominal
 Predicado Verbo-nominal

a)   Predicado Verbal: o verbo indica AÇÃO.
 Exemplo: O professor trabalha. (o núcleo do predicado é o verbo)
                  Choveu muito ontem.
b) Predicado Nominal - o núcleo do  predicado é o termo que caracteriza o Sujeito.
1. O professor estava feliz.
2. Dona Dolores continua jovem.
3.Você é tudo.
4. Maria era uma beleza.
5. Eu sou você amanhã.
Chamamos esse termo que caracteriza o Sujeito de “predicativo do sujeito”
c) Predicado verbo-nominal: quando o predicado tem dois núcleos:  Verbo e  Nome:
O professor trabalha feliz.( ação  de trabalhar e estado de felicidade), isto é, além de trabalhar, está feliz.
O jovem estuda animado( ação e estudar e estado de animação)

Função sintática - exercícios

Procure resolver os exercícios sem consultar o gabarito; em caso de dúvida, deixe um comentário.

1 - (Engenharia - OMEC - SP) Assinale a frase em que há complemento nominal:
a) Tudo lhe é indiferente.                  

b) A casa de José é bonita.
c) Preciso de você.                            

d) Nada me perturba.
e) Nada me interessa.


2 - (FCE - SP) A recordação da cena persegue-me até hoje.
Os termos em destaque são , respectivamente:
a) objeto indireto, objeto indireto;
b) complemento nominal, objeto direto;
c) complemento nominal, objeto indireto
d) objeto indireto, objeto direto;
e) n.d.a
.

3 - (Londrina - PR) Ainda que surgissem poucos recursos para o projeto, todos mostravam-se satisfeitos com a boa vontade do chefe.
As palavras destacadas no período acima exercem, respectivamente, a função sintática de:
a) objeto indireto - complemento nominal;
b) sujeito - objeto indireto;
c) objeto direto - adjunto adnominal;
d) objeto direto - objeto indireto;
e) sujeito - adjunto adnominal.


4 - (PUC - RJ) A função sintática de "Afoga-me os suspiros, Marieta!" está indicada na opção:
a) objeto indireto;   

b) pronome pessoal do caso oblíquo;              
c) objeto direto;
d) pronome possessivo;  

e) adjunto adnominal.

5 - (CESGRANRIO-RJ) Assinale a opção em que o pronome lhe apresenta o mesmo valor significativo que possui em: "uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas".
a) A mãe apalpava-lhe o coração.
b) Aconteceu-lhe uma desgraça.
c) Tudo lhe era indiferente.
d) Ao inimigo não lhe rogo perdão.
e) Não lhe contei o susto por que passei.


6 - (Universidade do Estado de São Paulo) Predicativo está em:
a) João foi passear.

b) O aluno estuda.
c) O professor anda doente.

d) Os alunos foram para casa.
e) João viu Maria.


7 - (Universidade de Brasília) Nas frases abaixo, todos os predicativos pertencem ao sujeito, exceto em:
a) Narciso era apaixonado pela própria beleza.
b) O bairro parece despersonalizado com estas novas residências.
c) Só gosto de você alegre.
d) Nenhum amigo era mais sincero e carinhoso.


8 - (UF-GO) Em uma das alternativas abaixo, o predicativo inicia o período. Assinale-a:
a) A dificílima viagem será realizada pelo homem.
b) Em suas próprias inexploradas entranhas descobrirá a alegria de conviver.
c) Humanizado tornou-se o sol com a presença humana.
d) Depois da dificílima viagem, o homem ficará satisfeito?
e) O homem procura a si mesmo nas viagens a outros mundos.


GABARITO
1 - A  2 - B  3 - E  4 - E  5 - A  6 - C  7 - C  8 - C

mais exercícios

Exercícios de Complemento Nominal com Gabarito
. A oração que apresenta complemento nominal é:
a) Os pobres necessitam de ajuda.
b) Sejamos úteis à sociedade.
c) Os homens aspiram à paz.
d) Os pedidos foram feitos por nós.
e) A leitura amplia nossos conhecimentos.

2. Assinale a alternativa em que o termo grifado é complemento nominal:
a) A enchente alagou a cidade.
b) Precisamos de mais informações.
c) A resposta ao aluno não foi convincente.
d) O professor não quis responder ao aluno.
e) Muitos caminhos foram abertos pelos bandeirantes.


3. "A compreensão é a necessidade do fraco." Temos aí:
a) predicado nominal e complemento nominal
b) sujeito simples e verbo transitivo
c) oração sem sujeito e complemento nominal
d) sujeito simples e objeto direto
e) n.d.a

4.Analise as frases a seguir
I -"(...) minha carne estremece na certeza de tua vinda."
II - "(...) entretanto eu te diviso, ainda tímida, inexperiente das luzes que vais acender."
III -"Havemos de amanhecer. O mundo se tinge com as tintas da antemanhã (...)"


1

A função sintática das palavras grifadas nos períodos dos itens I, II e III é, respectivamente:a) adjunto adnominal, objeto indireto, complemento nominal
b) objetoindireto, objeto direto, adjunto adnomina 
c) complemento nominal, objeto direto, adjunto adnominal 
d) complemento nominal, objeto direto, complemento nominal
e) objeto indireto, objeto indireto, complemento nominal

Extraído para as Bancas CESPE, FCC, ESAF e Cesgranrio
Gabarito dos Exercícios:
1.B 2.C 3.E 4.C

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dona vírgula

 VÍRGULA ( , )

É usada para:
a) separar o vocativo. Exemplos:
Carlos, pode entrar agora.
A escrita, meus queridos, revela as ideias.

b) separar alguns apostos. Exemplo: 
Antonio, meu ex-professor, esteve aqui ontem.

c) separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado. Exemplo:
Chegando de viagem, procurarei por você.

As pessoas, muitas vezes, são falsas.


d) separar elementos de uma enumeração.
Exemplo:
 No quarto dele, encontramos vários objetos: livros, discos, canetas, cadernos.


e) isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo.Exemplo:
 Amanhã, ou melhor, depois de amanhã, começaremos a executar o projeto.

f) separar conjunções intercaladas.Exemplo: 
Não havia, porém, motivo para tanta raiva.

g) isolar o nome de lugar na indicação de datas.Exemplo:
Itapira, 29 de janeiro de 2011.

h) marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo).Exemplo: 
Ela prefere ler política e eu, futebol. (omissão do verbo preferir)

As orações e a vírgula
É utilizada nas seguintes situações:
a) separar as orações subordinadas adjetivas explicativas. Ex.:
 Meu aluno, de quem guardo ótimas lembranças, passou no vestibular.
b) separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas por conjunção. Ex.:
 Acordei, tomei meu banho, comi algo e saí para o trabalho.
 Estudou muito, mas não foi aprovado no exame.

VÍRGULA ANTES DA CONJUNÇÃO "e"
Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção:

1) quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes.Ex.:
 Os professores fizeram um ótimo trabalho, e os alunos ficaram agradecidos.

2) quando a conjunção e vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto). Ex.:
 E chora, e ri, e grita, e pula de alegria.

3) quando a conjunção e assumir valor adversativo. Exemplo.
 Estudou muito, e  não foi aprovada.

c) separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou reduzidas), principalmente se estiverem antepostas à oração principal.Ex.:
"No momento em que o tigre se lançava, curvou-se ainda mais; e fugindo com o corpo apresentou o gancho."( O selvagem - José de Alencar)

d) separar as orações intercaladas. Ex.:

 "- Senhor, disse o velho, tenho grandes contentamentos em  estar plantando..."
Observação:
Essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão. Ex.: "Senhor - disse o velho - tenho grandes contentamentos em estar plantando..."


CASOS EM QUE NÃO SE USA A VÍRGULA
Não se usa a vírgula para separar:
a) O sujeito do verbo. Exemplo:
Os alunos interessados devem fazer sua inscrição no PROUNI até o dia 25 de junho.



b) O verbo e seu objeto. Exemplo:
Visitamos a  Feira do Automóvel e compramos vários modelos.

c) adjunto adnominal de nome. Exemplo:
Meus amigos de infância sempre me visitam.


d) complemento nominal de nome. Exemplo:
As crianças costumam ter medo de fantasmas.


e) predicativo  do objeto. Exemplo:
Considero você inteligente.

A presença ou ausência da vírgula pode mudar todo o sentido de uma frase.

Confira!

1. Não, espere.
  Não espere.
2.A vírgula pode salvar uma vida... ou não!
Matar não, poupe a vida dele.
Matar, não poupe a vida dele.

3.      A ausência da vírgula  pode forçar você a fazer o  que  não quer. A presença dela faz você se sentir grato.
Aceito obrigado.
Aceito, obrigado.


4.      Mudar uma opinião.
Não quero ler. (sem vírgula você não quer )
Não, quero ler( com vírgula você quer)

5.      Alterar a classe gramatical da palavra.
A ferida cicatrizou, logo os curativos foram bem feitos.( logo=conjunção)
A ferida sarou logo, os curativos foram bem feitos.(logo= advérbio)

6.       Alterar a função sintática :
Como vai sua motivação, pessoal?( pessoal=  vocativo)
Como vai sua motivação pessoal?( pessoal= adjunto adnominal)
Carlos, pode entrar agora ( Carlos= vocativo)
Carlos pode entrar agora.( Carlos= sujeito)

7.       Confirmar a presença ou a ausência de alguém:
 Está aqui não, saiu.
Está aqui, não saiu.

9.   Mudar o contexto:
Ele saiu em companhia da avó, de Ana e de mais dois primos.( a avó não é de Ana)
Ele saiu na companhia da avó de Ana e de mais dois primos.( a avó é de Ana)

10. Mudar a história do Cristianismo:
O anjo disse para Maria: "Está aqui não, ressuscitou"  , mas se você  mudar a vírgula de lugar, a ressurreição não aconteceu. Veja : "Está aqui, não ressuscitou"





INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

25 Exercícios de Interpretação de Textos  (com Gabarito)
A indiferença da natureza
Eu me lembro do choque e da irritação que sentia, quando criança, ao assistir a documentários sobre a violência do mundo animal; batalhas mortais entre escorpiões e aranhas, centenas de formigas devorando um lagarto ainda vivo, baleias assassinas atacando focas e pingüins, leões atacando antílopes etc. Para finalizar, apareciam as detestáveis hienas, “rindo” enquanto comiam os restos de algum pobre animal.
Como a Natureza pode ser assim tão cruel e insensível, indiferente a tanta dor e sofrimento? (Vou me abster de falar da dor e do sofrimento que a espécie dominante do planeta, supostamente a de maior sofisticação, cria não só para os animais, mas também para si própria.) Certos exemplos são particularmente horríveis: existe uma espécie de vespa cuja fêmea deposita seus ovos dentro de lagartas. Ela paralisa a lagarta com seu veneno, e, quando os ovos chocam, as larvas podem se alimentar das entranhas da lagarta, que assiste viva ao martírio de ser devorada de dentro para fora, sem poder fazer nada a respeito. A resposta é que a Natureza não tem nada a dizer sobre compaixão ou ética de comportamento. Por trás dessas ações assassinas se esconde um motivo simples: a preservação de uma determinada espécie por meio da sobrevivência e da transmissão de seu material genético para as gerações futuras. Portanto, para entendermos as intenções da vespa ou do leão, temos que deixar de lado qualquer tipo de julgamento sobre a “humanidade” desses atos. Aliás, não é à toa que a palavra humano, quando usada como adjetivo, expressa o que chamaríamos de comportamento decente. Parece que isentamos o resto do mundo animal desse tipo de comportamento, embora não faltem exemplos que mostram o quanto é fácil nos juntarmos ao resto dos animais em nossas ações “desumanas”.
A idéia de compaixão é puramente humana. Predadores não sentem a menor culpa quando matam as suas presas, pois sua sobrevivência e a da sua espécie dependem dessa atividade. E dentro da mesma espécie? Para propagar seu DNA, machos podem batalhar até a morte por uma fêmea ou
pela liderança do grupo. Mas aqui poderíamos também estar falando da espécie humana, não?
(Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos. S.Paulo: Companhia das Letras, 1999, pp. 75-77)
1. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Conforme demonstram as afirmações entre parênteses, o autor confere em seu texto estas duas acepções distintas ao termo indiferença, relacionado à Natureza:
(A) crueldade (indiferente a tanta dor e sofrimento) e generosidade (o que chamaríamos de comportamento decente).
(B) hipocrisia (por trás dessa ações assassinas se esconde um motivo simples) e inflexibilidade (predadores não sentem a menor culpa).
(C) impiedade (indiferente a tanta dor e sofrimento) e alheamento (não tem nada a dizer sobre compaixão ou ética de comportamento).
(D) isenção (isentamos o resto do mundo animal desse tipo de comportamento) e pretexto (para propagar seu DNA).
(E) insensibilidade (sua sobrevivência e a da sua espécie dependem dessa atividade) e determinação (indiferente a tanta dor e sofrimento).
2. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Considere as afirmações abaixo.
I. Os atributos relacionados às hienas, no primeiro parágrafo, traduzem nossa visão “humana” do mundo natural.
II. A pergunta que abre o segundo parágrafo é respondida com os exemplos arrolados nesse mesmo parágrafo.
III. A frase A idéia de compaixão é puramente humana é utilizada como comprovação da tese de que a natureza é cruel e insensível.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em:
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) I e III.
3. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Considerando-se o contexto em que se emprega, o elemento em destaque na frase
(A) Vou me abster de falar da dor e do sofrimento traduz a indiferença do autor em relação ao fenômeno que está analisando.
(B) Por trás dessas ações assassinas se esconde um motivo simples revela o tom de sarcasmo, perseguido pelo autor.
(C) a Natureza não tem nada a dizer sobre compaixão ou ética de comportamento expõe os motivos ocultos que regem o mundo animal.
(D) Mas aqui poderíamos também estar falando da espécie humana refere-se diretamente ao que se afirmou na frase anterior.
(E) Por trás dessas ações assassinas esconde-se um motivo simples anuncia uma exemplificação que em seguida se dará.
4. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Considerando-se o choque e a irritação que o autor sentia, quando criança, com as cenas de crueldade do mundo animal, percebe-se que, com o tipo de argumentação que desenvolve em seu texto, ele pretende:
(A) justificar sua tolerância, no presente, com a crueldade que efetivamente existe no mundo natural.
(B) se valer da ciência adquirida, para fazer compreender como natural a violência que efetivamente ocorre na Natureza.
(C) se valer da ciência adquirida, para justificar a crueldade como um recurso necessário à propagação de todas as espécies.
(D) justificar suas intolerâncias de menino, reações naturais diante da efetiva crueldade que se propaga pelo mundo animal.
(E) se valer da ciência adquirida, para apresentar a hipótese de que os valores morais e éticos contam muito para o funcionamento da Natureza.
5. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Quanto à concordância verbal, está inteiramente correta a seguinte frase:
(A) De diferentes afirmações do texto podem-se depreender que os atos de grande violência não caracterizam apenas os animais irracionais.
(B) O motivo simples de tantos atos supostamente cruéis, que tanto impressionaram o autor quando criança, só anos depois se esclareceram.
(C) Ao longo dos tempos tem ocorrido incontáveis situações que demonstram a violência e a crueldade de que os seres humanos se mostram capazes.
(D) A todos esses atos supostamente cruéis, cometidos no reino animal, aplicam-se, acima do bem e do mal, a razão da propagação das espécies.
(E) Depois de paralisadas as lagartas com o veneno das vespas, advirá das próprias entranhas o martírio das larvas que as devoram inapelavelmente.
6. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
NÃO admite transposição para a voz passiva o seguinte segmento do texto:
(A) centenas de formigas devorando um lagarto.
(B) ao assistir a documentários sobre a violência do mundo animal.
(C) uma espécie de vespa cuja fêmea deposita seus ovos dentro de lagartas.
(D) Predadores não sentem a menor culpa.
(E) quando matam as suas presas.
7. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Está inteiramente adequada a articulação entre os tempos verbais na seguinte frase:
(A) Predadores não sentirão a menor culpa a cada vez que matarem uma presa, pois sabem que sua sobrevivência sempre dependerá dessa atividade.
(B) Se predadores hesitassem a cada vez que tiveram de matar uma presa, terão posto em risco sua própria sobrevivência, que depende da caça.
(C) Nunca faltarão exemplos que deixassem bem claro o quanto é fácil que nos viessem a associar aos animais, em nossas ações “desumanas”.
(D) Por trás dessas ações assassinas sempre houve um motivo simples, que estará em vir a preservar uma determinada espécie quando se for estar transmitindo o material genético.
(E) Ao paralisar a lagarta com veneno, a vespa terá depositado seus ovos nela, e as larvas logo se alimentariam das entranhas da lagarta, que nada poderá ter feito para impedi-lo.
8. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Temos que deixar de lado qualquer tipo de julgamento sobre a “humanidade” desses atos. O segmento sublinhado no período acima pode ser corretamente substituído, sem prejuízo para o sentido, por:
(A) nos isentarmos a.
(B) nos eximir para.
(C) nos abster de.
(D) subtrair-nos em
(E) furtar-nos com.
9. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Está inteiramente correta a pontuação do seguinte período:
(A) Paralisada pelo veneno da vespa nada pode fazer, a lagarta, a não ser assistir viva à sua devoração, pelas larvas, que saem dos ovos ali chocados.
(B) Nada pode fazer, a lagarta paralisada, pelo veneno da vespa, senão assistir viva, à sua devoração pelas larvas que saem dos ovos, e passam a se alimentar, das entranhas da vítima.
(C) A pobre lagarta, paralisada pelo veneno da vespa assiste sem nada poder fazer, à sua devoração pelas larvas, tão logo saiam estas dos ovos, que, a compulsória hospedeira, ajudou a chocar.
(D) Compulsória hospedeira, paralisada pelo veneno da vespa, a pobre lagarta assiste à devoração de suas próprias entranhas pelas larvas, sem poder esboçar qualquer tipo de reação.
(E) Sem qualquer poder de reação, já que paralisada pelo veneno da vespa a lagarta, compulsoriamente, chocará os ovos, e depois se verá sendo devorada, pelas larvas que abrigou em suas entranhas.
10. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de SistemJulho/2005
Atente para as frases abaixo.
I. Quando criança assistia a documentários sobre a vida selvagem.
II. Tais documentários me irritavam.
III. Nesses documentários exibiam-se cenas de extrema violência.
Essas frases estão articuladas de modo correto e coerente no seguinte período:
(A) Irritavam-me aqueles documentários sobre a vida selvagem que assisti quando criança, nos quais continham cenas que exibiam extrema violência.
(B) Naqueles documentários sobre a vida selvagem, a que quando criança assistia, me irritava, conquanto exibissem cenas de extrema violência.
(C) Uma vez que exibiam cenas de extrema violência, irritava-me com aqueles documentários sobre a vida selvagem, assistidos quando criança.
(D) As cenas de extrema violência me irritavam, quando criança, por assistir tais documentários sobre a vida selvagem, em que eram exibidas.
(E) Os documentários sobre a vida selvagem, a que assistia quando era criança, irritavam-me porque neles eram exibidas cenas de extrema violência.
11 . TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de SistemJulho/2005
Há uma relação de causa (I) e conseqüência (II) entre as ações expressas nas frases destacadas em:
(A) I. Para entendermos as intenções da vespa, II. temos que deixar de lado qualquer tipo de julgamento.
(B) I. Para finalizar, II. apareciam as detestáveis hienas.
(C) I. Isentamos o resto do mundo animal desse tipo de comportamento, II. embora não faltem exemplos que mostram o quanto é fácil nos juntarmos ao resto dos animais.
(D) I. as larvas podem se alimentar das entranhas da lagarta, II. que assiste viva ao martírio de ser devorada de dentro para fora.
(E) I. Predadores não sentem a menor culpa, II. quando matam as suas presas.
12. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados em:
(A) O autor se pergunta por que haveriam de ser cruéis os animais que aspiram à propagação da espécie.
(B) Quando investigamos o por quê da suposta crueldade animal, parece de que nos esquecemos da nossa efetiva crueldade.
(C) À lagarta, de cujo ventre abriga os ovos da vespa, só caberá assistir ao martírio de sua própria devoração.
(D) Se a idéia de compaixão é puramente humana, não há porque imputarmos nos animais qualquer traço de crueldade.
(E) Os bichos a cujos atribuímos atos cruéis não fazem senão lançar-se na luta pela sobrevivência.
13. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
O emprego das aspas em “rindo” (primeiro parágrafo) deve-se ao fato de que o autor deseja
(A) remeter o leitor ao sentido mais rigoroso que essa palavra tem no dicionário.
(B) chamar a atenção para a impropriedade da aplicação desse termo, no contexto dado.
(C) dar ênfase, tão-somente, ao uso dessa palavra, como se a estivesse sublinhando ou destacando em negrito.
(D) assinalar o emprego despropositado de um termo que a ninguém, habitualmente, ocorreria utilizar.
(E) precisar o sentido contrário, a significação oposta à que o termo tem no seu emprego habitual.
14. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
(A) Não se …… (atribuir) às lagartas a crueldade dos humanos, por depositarem os ovos no interior das vespas.
(B) O que …… (impelir) os animais a agirem como agem são seus instintos herdados, e não uma intenção cruel.
(C) Não se …… (equiparar) às violências dos machos, competindo na vida selvagem, a radicalidade de que é capaz um homem enciumado.
(D) …… (caracterizar-se), em algumas espécies animais, uma modalidade de violência que interpretamos como crueldade.
(E) …… (ocultar-se) na ação de uma única vespa os ditames de um código genético comum a toda a espécie.
15. TRE-RN – Analista Judiciário – Análise de Sistemas – Julho/2005
Considerando-se o contexto, o elemento sublinhado pode ser substituído pelo que está entre parênteses, sem prejuízo para o sentido e a correção da frase, em:
(A) Por trás dessas ações assassinas se esconde um motivo simples. (Nessas ações assassinas infiltra- se)
(B) Apareciam as detestáveis hienas, “rindo” enquanto comiam os restos de algum pobre animal. (à medida em que devoravam os detritos)
(C) A idéia de compaixão é puramente humana. (restringe-se à espécie humana)
(D) Sua sobrevivência e a da sua espécie dependem dessa atividade. (são permeáveis a tais iniciativas)
(E) A Natureza não tem nada a dizer sobre compaixão ou ética de comportamento. (dissimula seu interesse por)
Atenção: As questões de números 16 a 26 baseiam-se no texto que segue.
1º. O Brasil foi jogar bola no Haiti e isso não teve nada a ver com preparação para a próxima Copa. Quem estava em campo era a diplomacia. Para comprovar, basta ver a cobertura da televisão: em vez da Fifa, era a ONU que aparecia nas imagens. No lugar do centroavante, era o presidente do país que atraía a atenção dos repórteres. Não foi a primeira nem será a última vez em que futebol e política se misturaram. É por causa dessa proximidade que alguns estudiosos olham para o gramado e enxergam um retrato perfeito da sociedade. A bola está na moda entre os analistas políticos.
2º Se 22 jogadores em campo podem resumir o mundo, surge então a dúvida: por que justamente o futebol, e não o cinema ou a literatura? “A arte sempre será produto da imaginação de uma pessoa. O futebol é parte da comunidade, da economia, da estrutura política. É um microcosmo singular”, diz um jornalista americano. Não apenas singular, mas global. É o esporte mais popular do planeta. Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. “O futebol nasceu na Inglaterra numa época em que os ingleses tinham um império e viajavam por muitos países. Ferroviários levaram a bola para a América do Sul, petroleiros para o Oriente Médio”, acrescenta ele.
3º. Mas é preciso não confundir o papel do esporte. Ele faz entender, mas não muda o mundo. “Não se trata de uma força revolucionária capaz de transformar uma nação. É apenas um enorme espelho que reflete a sociedade em que vivemos”, diz outro especialista.
4º. Em 1990, quando o Brasil, sob a tutela de Sebastião Lazzaroni, foi eliminado da Copa, o presidente era Fernando Collor. Além de contemporâneos, eles foram ícones de uma onda que varreu o país na virada da década: a febre dos importados. Era uma fase em que se idolatrava o que vinha de fora – a solução dos problemas estava no exterior. Motivos existiam: com o mercado fechado aos importados, a indústria estava obsoleta e pouco competitiva. O estilo futebol-arte da seleção, por sua vez, completava 20 anos de frustrações em Copas. Collor e Lazzaroni bancaram o risco. Enquanto o presidente prometia revolucionar a economia com tecnologia estrangeira, o treinador se inspirou numa tática européia, colocou um líbero em campo e a seleção jogou na retranca. O resultado todos conhecem.
(Gwercman, Sérgio. Como o futebol explica o mundo. Superinteressante, São Paulo, num.205, p. 88 e 90, out. 2004. Com adaptações)
16. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
A frase que sintetiza o assunto do texto é:
(A) O esporte pode mudar os rumos da diplomacia internacional.
(B) A transmissão pela televisão valoriza uma competição esportiva.
(C) O futebol pode ser visto como reflexo do mundo e da sociedade.
(D) A mistura de futebol e política é vista com desconfiança por analistas.
(E) É necessária a influência da tática estrangeira no futebol brasileiro.
17. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
A resposta correta para a questão que aparece no início do 2º parágrafo está na seguinte afirmativa:
(A) A arte, sendo produto da imaginação, é abstrata, enquanto um jogo de futebol é real.
(B) O cinema e a literatura podem tomar o futebol como tema para filmes ou para livros.
(C) São diferentes os objetivos de um público interessado em futebol e os dos que freqüentam cinemas ou bibliotecas.
(D) O futebol pode aceitar interferências de analistas, ao contrário da arte, que é única e pessoal.
(E) O futebol, sendo múltiplo, reflete toda a estrutura social, enquanto a arte resulta de uma criação individual.
18. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
O último parágrafo do texto se desenvolve como
(A) censura à utilização, como instrumento político, de um evento esportivo bastante popular em todo o mundo.
(B) exemplo que ilustra e comprova a opinião do especialista, que vem reproduzida no parágrafo anterior.
(C) manifestação de que o futebol se espalhou por todo o mundo, por ser também uma das formas da arte.
(D) prova de que uma partida de futebol é capaz de alterar os rumos da política externa, apesar de opiniões contrárias de especialistas.
(E) defesa da avançada visão tática de um treinador da seleção, tentando modernizar o futebol brasileiro.
19. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
Quem estava em campo era a diplomacia. (1º parágrafo) O que justifica a afirmativa acima está:
(A) na maneira como o evento foi transmitido pela televisão, com ênfase na presença de figuras políticas.
(B) no fato de o Brasil ter sido compelido a jogar num país tão longínquo e politicamente inexpressivo.
(C) na semelhança socioeconômica entre Brasil e Haiti, que buscam o reconhecimento político dos países desenvolvidos.
(D) no objetivo de chamar a atenção para a próxima Copa do Mundo, em evento transmitido internacionalmente.
(E) na falta de compromisso dos participantes, principalmente jogadores, com a preparação para a próxima Copa.
20. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
“Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas”. (meio do 2º parágrafo)
É correto afirmar, considerando-se o contexto, que a frase transcrita acima
(A) assinala o fato de que trabalhadores de diversas áreas podem tornar-se mundialmente famosos jogadores de futebol.
(B) considera que o futebol não é propriamente um esporte, apesar da fama que o acompanha em todo o mundo.
(C) confirma a opinião do jornalista americano de que um esporte de origem nobre tem poucas razões para ser famoso.
(D) atribui a expansão do futebol no mundo todo muito mais à atividade comercial dos ingleses do que à preocupação com o esporte.
(E) critica, de maneira sutil, a preocupação de analistas em valer-se do esporte para tentar mudar a situação política de certos países.
21. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
Não apenas singular, mas global. (meio do 2o parágrafo).
Considere o que diz o Dicionário Houaiss da língua portuguesa a respeito dos vocábulos grifados na frase acima.
singular: 1. único de sua espécie; distinto; ímpar; 3. fora do comum; admirável, notável, excepcional; 4. não usual; inusitado, estranho, diferente; 6. que causa surpresa; surpreendente, espantoso; extravagante, bizarro.
global: 1. relativo ao globo terrestre; mundial; 2. que é tomado ou considerado no todo, por inteiro ; 3. a que nada falta; integral, completo, total.
O sentido mais próximo dessas palavras está representado, respectivamente, em
(A) 1 e 3.
(B) 3 e 1.
(C) 6 e 2.
(D) 4 e 3.
(E) 6 e 1.
22. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
“…. eles foram ícones de uma onda que varreu o país na virada da década: a febre dos importados”. (último parágrafo)
O emprego dos dois pontos assinala, no contexto, a introdução de
(A) uma restrição à afirmativa anterior.
(B) uma repetição para realçar o assunto desenvolvido.
(C) um segmento que explica a frase anterior.
(D) a enumeração dos fatos mais importantes da época.
(E) a citação exata de uma opinião exposta anteriormente.
23. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
Considerando-se o emprego de pronomes no texto, grifados nos segmentos abaixo, a ÚNICA afirmativa INCORRETA é:
(A) e isso não teve nada a ver − o pronome demonstrativo vale pela frase: O Brasil foi jogar bola no Haiti.
(B) dessa proximidade – o pronome retoma a idéia da mistura entre futebol e política.
(C) alguns estudiosos – o pronome indefinido limita o número dos que compartilham a mesma opinião.
(D) Ele faz entender – o pronome substitui o termo o esporte, para evitar repeti-lo.
(E) de uma onda que varreu o país – o pronome refere-se a país.
24. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
A concordância está correta APENAS na frase:
(A) Os que estavam em campo era os assuntos diplomáticos.
(B) A cobertura dos jogos mostravam as imagens das principais autoridades.
(C) Não se tratam de forças revolucionárias capazes de transformar uma nação.
(D) Jogos de futebol podem ser vistos como um enorme espelho que reflete a sociedade.
(E) Uma partida entre 22 jogadores podem ser considerados um reflexo da comunidade.
25. TRE-RN – Técnico Judiciário – Op Computador – Julho/2005
O futebol reflete mudanças na sociedade.
Em várias ocasiões, em diversos países, futebol e política se misturaram.
O futebol é parte da comunidade, da economia, da estrutura política.
As três frases acima estruturam-se num único período, com lógica, clareza e correção, da seguinte maneira:
(A) O futebol, por ser parte da comunidade, da economia e da estrutura política, reflete mudanças na sociedade, tendo havido várias ocasiões, em diversos países, em que futebol e política se misturaram.
(B) O futebol reflete mudanças na sociedade, onde em muitas ocasiões, sendo no entanto parte da comunidade, da economia, da estrutura política nos diversos países, futebol e política se misturaram.
(C) O futebol que em várias ocasiões, em diversos países, se misturaram com a política, ele é reflexo de mudanças na sociedade, cujo futebol é parte da comunidade, da economia, da estrutura política.
(D) O futebol, cuja parte da comunidade, da economia, da estrutura política, reflete mudanças na sociedade em várias ocasiões, em diversos países, que futebol e política misturaram-se.
(E) Em várias ocasiões, em diversos países, que futebol e política se misturaram, ele vem sendo parte da comunidade, da economia, da estrutura política, conquanto que reflete mudanças na sociedade.
GABARITO
1. C
2. A
3. D
4. B
5. E
6. B
7. A
8. C
9. D
10. E
11. D
12. A
13. B
14. E
15. C
16. C
17. E
18. B
19. A
20. D
21.
B
22. C
23. E
24. D
25. A
Mais exercícios de vírgula - Concursos
1. (CESGRANRIO – 2011 – FINEP – Técnico – Apoio Adm e Secretariado) A vírgula pode ser retirada sem prejuízo para o significado e mantendo a norma-padrão na seguinte sentença:
a) Mário, vem falar comigo depois do expediente.
b) Amanhã, apresentaremos a proposta de trabalho.
c) Telefonei para o Tavares, meu antigo chefe.
d) Encomendei canetas, blocos e crachás para a reunião.
e) Entrou na sala, cumprimentou a todos e iniciou o discurso.
2. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Técnico de Enfermagem do Trabalho)ERRO quanto ao emprego dos sinais de pontuação em:
a) Ao dizer tais palavras, levantou-se, despediu-se dos convidados e retirou-se da sala: era o final da reunião.
b) Quem disse que, hoje, enquanto eu dormia, ela saiu sorrateiramente pela porta?
c) Na infância, era levada e teimosa; na juventude, tornou-se tímida e arredia; na velhice, estava sempre alheia a tudo.
d) Perdida no tempo, vinham-lhe à lembrança a imagem muito branca da mãe, as brincadeiras no quintal, à tarde, com os irmãos e o mundo mágico dos brinquedos.
e) Estava sempre dizendo coisas de que mais tarde se arrependeria. Prometia a si própria que da próxima vez, tomaria cuidado com as palavras, o que entretanto, não acontecia.
3. (CESGRANRIO – 2011 – TRANSPETRO – Administrador Júnior) No diálogo abaixo, cada fala corresponde a um número.
I — Por que ele adquiriu somente um ingresso!
II — Comprou dois: um para você outro para mim.
III — Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!”
IV — Pelo visto você acredita em tudo, o que ele diz.
Em relação ao diálogo, a pontuação está correta APENAS em
a) I
b) III
c) I e II
d) II e IV
e) III e IV
4. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Analista de Sistemas Júnior – Engenharia de Software – 2011)
A última fala do texto, de Marcelo de Mello, poderia ser introduzida por um conectivo, que preencheria a frase abaixo.
A repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras __________ o visual ganhou um peso grande.
A respeito do emprego desse conectivo, analise as afirmações a seguir.
I – O conectivo adequado seria porque, uma vez que estabelece uma relação de causa.
II – O conectivo adequado seria por que, uma vez que se reconhecem aqui duas palavras.
III – O conectivo levaria acento, porquê, já que pode ser substituído pelo termo “o motivo”, ou “a razão”.
É correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) I e II, apenas.
d) I e III, apenas.
e) I, II e III.
5. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Técnico de Informática – 2011) Segundo o conceito de língua defendido pelo eu lírico do Texto II (“Pronominais”), deveríamos colocar os pronomes oblíquos átonos à moda brasileira. Entretanto, em situações formais, em que se exija a norma-padrão, o pronome estará colocado adequadamente, na seguinte frase:
a) Interrogamo-nos sobre a polêmica.
b) Não podemo-nos dar por vencidos.
c) Me disseram que você perguntou por mim.
d) Lhes deu o aviso?
e) Te daria um cigarro, se pudesse.
6. (CESGRANRIO – 2011 – FINEP – Técnico – Apoio Adm e Secretariado) Em que sentença o pronome assinalado está empregado de acordo com a norma-padrão?
a) O professor vai convidar-lhe para o meu primeiro recital.
b) Na vida, só se pode concordar com si mesmo.
c) Nós nunca se lembramos dos endereços eletrônicos de todos os amigos.
d) Um amigo pediu para mim indicar uma boa escola de música.
e) O fato de ela aprender piano depois dos 50 anos não surpreendeu.
7. (CESGRANRIO – 2011 – TRANSPETRO – Técnico de Contabilidade) O termo destacado na sentença é substituído corretamente pelo pronome da expressão ao lado, de acordo com a norma-padrão em:
a) “A Internet não usa papel (…)”  – não o usa.
b) “(…) faz isso com o imediatismo do telefone.” – faz-lo como imediatismo do telefone.
c) “(…) permitia às pessoas (…)” – Permita-as.
d) “(…) em que reinava a Rainha Vitória (…)” – Em que reinava-a.
e) “(…) provocou a maior revolução (…)” – provocou-lhe.
8. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Técnico de Administração e Controle Júnior) Leia as frases abaixo.
I – Convém que entregue o relatório o mais rápido possível. (me)
II – Amanhã, anunciarei as novas rotinas do setor. (lhes)
III – Sentindo ofendido, retirou-se do plenário. (se)
IV – Quem informará as suas novas designações? (lhe)
A exigência da próclise ocorre APENAS nas frases
a) I e II.
b) I e III.
c) I e IV.
d) II e III.
e) III e IV.
9. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Administrador Júnior) A colocação do pronome átono destacado está INCORRETA em:
a) Quando se tem dúvida, é necessário refletir mais a respeito.
b) Tudo se disse e nada ficou acordado.
c) Disse que, por vezes, temos equivocado-nos nesse assunto.
d) Alguém nos informará o valor do prêmio.
e) Não devemos preocupar-nos tanto com ela.
10. (CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Administrador Júnior) A frase em que o complemento verbal destacado NÃO admite a sua substituição pelo pronome pessoal oblíquo átono lhe é:
a) Após o acordo, o diretor pagou aos funcionários o salário.
b) Ele continuava desolado, pois não assistiu ao debate.
c) Alguém informará o valor ao vencedor do prêmio.
d) Entregou o parecer ao gerente para que fosse reavaliado.
e) Contaria a verdade ao rapaz, se pudesse.
GABARITO
1. B
2. E
3. B
4. A
5.
A
6. E
7. A
8. C
9. C
10. B

Pronome relativo

Pronomes relativos Pronomes relativos são usados para retomar  um termo antecedente( já expresso anteriormente) Observe o exempl...